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Hérnia de disco
Causas da hérnia de disco
Hérnia de disco da coluna lombar
Hérnia de disco na coluna cervical
Hérnia de disco na coluna torácica




Hérnia de disco

A coluna vertebral é a viga mestra em balanço do esqueleto. Ela é dotada de estruturas cujos componentes funcionam como uma maquina feita com a mais avançada tecnologia: eficiente e precisa.
Graças a esse mecanismo, os indivíduos contam com instrumentos que permitem que a mesma exerça as mais variadas funções. Entre elas, sustentar o peso do corpo e, distribuir cargas. Ainda possibilita a realização de movimentos imprescindíveis à vida diária, como se curvar ou se virar em qualquer direção, como também manter o individuo em posição bípede.
As vértebras que são articuladas entre si são o principal sustentáculo e pilar da coluna vertebral. No seu interior existe o canal vertebral que abriga a medula espinhal, o grande tronco nervoso do organismo, de onde partem os nervos, que trazem e levam as mensagens entre o cérebro e o restante do organismo.
A coluna vertebral é formada por 33 vértebras, sendo 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacras e 4 coccígeas. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos intervertebrais, estruturas em forma de anel. O revestimento externo do disco é chamado de anel fibroso, que lembra o interior de uma cebola, bastante resistente. O seu interior é constituído por um núcleo gelatinoso ( mistura de água e proteínas ), o qual chamamos de núcleo pulposo, o qual corresponde de 40 a 60% do diâmetro total do disco. Estas estruturas funcionam como amortecedores absorvendo impactos e distribuindo cargas e, evitando atrito entre dois corpos vertebrais vizinhos.


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Causas da hérnia de disco

Entre os fatores de risco de dor de coluna e desenvolvimento de hérnia de disco a predisposição genética tem um papel importante. Os discos intervertebrais sofrem um desgaste progressivo ao longo da vida, o que leva a sua degeneração fragilizando a sua estrutura. Várias são os fatores predisponentes, sendo o principal o desconhecimento ou desobediência das regras de utilização da coluna, como ocorre com qualquer equipamento, o pode desencadear a lesão do disco ( hérnias ).
Entre os vários fatores temos: uso repetitivo, movimentos bruscos, atos fisiológicos como tossir ou espirar, combinação de obesidade ou sobrepeso, carregar muito peso, ou realizar tarefas prolongadas como dirigir por diversas horas. Acidentes que causam impacto súbito em suas estruturas ( lesão do chicote). Fatores ocupacionais repetitivos como inclinar e girar o tronco, levantar, empurrar e puxar muito peso, trabalho físico pesado e má postura. Não podem ainda esquecer o impacto de problemas psicológicos ( ansiedade e stress) que, desencadeiam contraturas musculares.
Quaisquer uns desses fatores isolados ou associados podem ocasionar lesões da estrutura do disco, dando origem a formação de hérnia de disco.

Essas são classificadas em: a - Protrusa, ou seja, protrusão, quando o núcleo pulposo não sai dos limites do anel fibroso. b - Extrusa, ou seja, extrusão, quando ocorre a ruptura da parede do anel fibroso, com o extravasamento do seu conteúdo para o canal medular, nervos que se originam na medula espinal ou estruturas de vizinhança. c - Sequestrada, quando ocorre ao deslocamento (migração), de um fragmento que se desprende do disco para dentro do canal, para cima, para baixo do nível do seu corpo vertebral. A região lombar e cervical da coluna vertebral são aquelas que mais realizam movimentos e suportarem mais carga, o que facilita o surgimento de hérnia de disco.




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Hérnia de disco da coluna lombar

Freqüentemente ocorre no grupo etário na faixa de 30 a 50 anos de idade. As hérnias acometem em maior freqüência a coluna lombo-sacro devido ao fato de a mesma possuir maior mobilidade, movimentos de flexão, extensão e torção. Os discos intervertebrais mais comumente afetados em 90% dos casos estão nos níveis L4 / L5 e L5/ S1. O restante 10% nos outros níveis. Quando ocorre uma irritação ou compressão de suas estruturas, surge um conjunto de sinais e sintomas, em que a dor é o sintoma mais importante o que caracteriza a lombalgia ( dor nas costas). A hérnia de disco lombar pode clinicamente se manifestar por sinais e sintomas de lombalgia, ciatalgia ou lombociatalgia. A prevalência da dor ciática é de aproximadamente de 1,6 % na população em geral. As manifestações clinicas de ciática (radiculopatia), depende do nível da raiz ou raízes nervosas envolvidas. O sintoma mais importante é uma dor no membro inferior direito ou esquerdo que se irradia atrás ou pelo lado da coxa em direção ao joelho e para região medial ou lateral da perna, pé ou dedos. O quadro doloroso piora com a tosse ou espirro. Podem ocorrer manifestações sensitivas como formigamento ( parestesias), ou sensação de adormecimento( hipoestesia) com ou sem dor na coluna vertebral. A limitação de movimentos ( travamento), contraturas de seus músculos, bem como desvios laterais ( escoliose) ou anteriores ( posição de esquiador), podem ser observados. Como conseqüência pode surgir fraqueza dos músculos da coxa, pés ou dedos, dependendo da raiz acometida. A duração dos sinais e sintomas varia em média de 2 a 12 semanas.




O diagnóstico é realizado por meio de um histórico minucioso que inclui antecedentes pessoais, familiares, psicológicos e medicação atual e passada. Um exame clinico geral, do aparelho locomotor e neurológico obrigatoriamente em todos os casos, segundo recomendação do Conselho Federal de Medicina. Exames subsidiários como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e em que região da coluna está localizada e devem ser solicitados criteriosamente. A ressaltar que a hérnia de disco pode ser encontrada sem sintomas em 40% dos pacientes submetidos a exames de imagem e inclusive ser absorvida ao longo do tempo. O paciente deverá fazer a sua parte, ou seja, abolir o tabagismo, reduzir o sobrepeso, fazer exercícios orientados e obedecer as regras de postura. O reumatologista orienta o tratamento clínico baseado em medicamentos (analgésicos, antiinflamatórios, opióides, relaxantes musculares, antidepressivos, bloqueios analgésicos entre outros).
O tratamento não medicamentoso inclui orientação postural, fisioterapia, acupuntura, massagens entre outros. Esses tratamentos deverão ser seguidos pelo paciente. Essas instruções são permanentes e caso haja recidiva desde que o paciente obedeceu às instruções devera ser proposto um novo planejamento terapêutico.
O tratamento cirúrgico é opção indicada na minoria dos casos, quando ocorrer falha no tratamento clinico. Nos dias atuais, esta ocorrendo um abuso de indicação cirúrgica, antes de um tratamento clinico bem orientado, em que alguns profissionais baseiam a indicação nas imagens dos exames subsidiários, sem examinar o pacientes, conforme recomenda o CFM.


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Hérnia de disco na coluna cervical

A coluna cervical é o elo flexível entre a cabeça e o tronco. As suas principais funções são proteger as estruturas do sistema nervoso (medula espinhal) e vascular, dar sustentação ao crânio e garantir os movimentos. Ela exerce essas tarefas graças a um bem elaborado equilíbrio entre a sua força e flexibilidade. As disfunções que abalam esse equilíbrio promovem dor.
Freqüentemente acomete o grupo etário na faixa de 30 a 50 anos de idade. As hérnias acometem a coluna cervical devido sua a mobilidade, movimentos de flexão, extensão e lateralização, sendo realizados cerca de 600 movimentos por hora. Os discos intervertebrais mais afetados estão nos níveis C5/ C6 e C6/C7. Quando ocorre um espasmo muscular, tração ou compressão de suas estruturas, surge um conjunto de sinais e sintomas, em que dor e rigidez transitória são as manifestação mais importantes caracterizando cervicalgia ( dor no pescoço).

A hérnia cervical apresenta clinica de cervicalgia, braquialgia ou cervicobraquialgia. As manifestações clinicas da braquialgia (radiculopatia), dependem do nível da raiz ou raízes nervosas envolvidas. A dor e rigidez na nuca ou no pescoço, ombros, na escápula com irradiação para os braços direito ou esquerdo, antebraços, mão e dedo dependendo do nível da raiz envolvida caracteriza a braquialgia. Esta dor piora com movimentos do pescoço ou mesmo uma simples tosse. Sintomas de formigamento ( parestesias ) ou adormecimento ( hipoestesia ) nos braços, mãos e dedos, por vezes, dependendo do nível da raiz atingida hérnia são observados .Também perda de força no braço ( dificuldade em levantar o mesmo) mão e dedos ( dificuldade em pegar objetos). A duração dos sinais e sintomas em média de 2 a 6 semanas.
A hérnia de disco pode ainda gerar sintomas fora do nível da coluna sendo o principal a dor de cabeça, dor na nuca, agravar cefaléias como a enxaqueca e a cefaléia tensional. Pode ainda estar associada a disfunção da articulação temporo-mandibular e fazer parte das manifestações clinicas da dor miofascial e fibromialgia.
O diagnóstico é realizado por meio de um histórico minucioso que inclui antecedentes pessoais, familiares, psicológicos e medicação atual e passada. Um exame clinico geral, do aparelho locomotor e neurológico obrigatoriamente em todos os casos, segundo recomendação do Conselho Federal de Medicina.
Exames subsidiários como Raio-X, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e a região da coluna aonde está localizada e devem ser solicitados criteriosamente. A ressaltar que a hérnia de disco pode ser encontrada sem sintomas em pacientes submetidos a exames de imagem sem que as mesmas correspondam ao quadro clínico. O tratamento clinico é indicado na grande maioria dos casos e, requer a conscientização e participação do paciente. O mesmo deverá fazer a sua parte, ou seja, abolir o tabagismo, fazer exercícios orientados e obedecer as regras de postura. A coluna cervical não tolera movimentos de flexão e extensão por longos períodos e sim a posição neutra. O reumatologista orienta o tratamento clínico baseado em medicamentos (analgésicos, antiinflamatórios, opióides, relaxantes musculares, antidepressivos, bloqueios analgésicos entre outros).
O tratamento não medicamentoso inclui orientação postural, fisioterapias, acupuntura, massagens, coletes de contenção entre outros. Esses tratamentos deverão ser seguidos pelo paciente. Essas instruções são permanentes e caso haja recidiva desde que o paciente obedeceu as instruções deve ser realizado reavaliação de seu caso.O tratamento cirúrgico é um opção indicada na minoria dos casos, quando ocorrer falha no tratamento clinico. Nos dias atuais, esta ocorrendo um abuso de indicação cirúrgica, antes de um tratamento clinico bem orientado, em que alguns profissionais se baseiam a sua indicação nas imagens dos exames subsidiários, sem examinar o pacientes, conforme recomenda o CFM.


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Hérnia de disco na coluna torácica

A hérnia de disco torácica é mais rara em razão da pouca mobilidade dessa região devido ao fato de a coluna fazer parte da caixa do tórax.

Quando ocorrem os sintomas tendem a ser inespecíficos, incomodando durante muito tempo. Pode haver dor na parte superior ou inferior das costas, dor na região intercostal, dor abdominal com ou sem perda de sensibilidade ou no caso de compressão da medula espinhal dor em uma ou ambas as pernas, associada à fraqueza e diminuição da sensibilidade. O tratamento clinico é indicado na grande maioria dos casos a semelhança das colunas lombar e cervical. O tratamento cirúrgico em pouquíssimos casos.

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